O livro perdido de Moisés

"O autor do manuscrito chama-se Zetes, de ancestralidade
grego-egípcia-hebraica. Zetes diz que é contemporâneo,
amanuense e amigo dedicado de Moisés".


Via Radiometria (carbono 14) os papiros e
as tintas possuem sua origem entre 1200 e 1300 a.C. As urnas apresentam
desenhos e manufatura do mesmo período. Foram feitos os testes necessários
para a certificação de que não houve nenhuma adulteração
dos selos e dos vasos e todos eles foram negativos: as urnas estavam tão
íntegras quanto no dia em que foram seladas por Zetes.

 

As controvérsias que poderão
ser esclarecidas com os papiros: historiadores respeitáveis afirmam:

a) Que o ÊXODO nunca ocorreu;
b) Que Moisés era egípcio leproso,
um sacerdote do Deus ATEN; apesar de ter sido um mito, uma figura mitológica,
e não um herói. Sua data de nascimento foi estimada (com
variações) em 1420 a 120 a.C.

Uma outra advertência de Virginia Jones:
os milagres que, supostamente, sacudiram o Egito, estão mencionados
na multidão de hieróglifos egípcios encontrados nos
túmulos, estelas e em outras pedras lavradas ou em estudos contemporâneos.
A primeira menção histórica a Israel existe a partir
da chamada ISRAEL-STELE lavrada no reino do Faraó MERNEPTAH, cerca
de 1225 a.C., a data que muitos historiadores marcaram como sendo o FINAL
DO ÊXODO.

 

Mesmo a exata locação do Monte
Sinai continua, até hoje, desconhecida e não estabelecida.
Estas respostas poderão ser dadas pelos papiros de Zetes? Pelo menos,
lá estão relatadas as batalhas de Jesus filho de Naue, herói
muito admirado por Moisés.

NOTA BENE da especialista: NÃO HÁ
OUTRAS REFERÊNCIAS a Moisés fora das bíblicas – ou
TORAH (os cinco livros de Moisés) – feitas até vários
séculos após a sua morte. Estas referências foram feitas
por Hecataeus (fl. 350 a.c.) e Manetho (cerca de 250 a.C.) sacerdote egípcio.
Ambos andavam às turras a respeito dos detalhes bíblicos,
originados por eventos reais desvanecidos nas noites do tempo.

Fatos intrigantes dentre muitos outros: Zetes
conta e com detalhes, o casamento de Moisés com uma mulher etíope,
o que é comentado com brevidade em NÚMEROS 12:1. Mas o Moisés
de Zetes é muito diferente do Moisés bíblico: uma
mistura (na sua juventude) do Príncipe Hal e (na velhice) de Thomas
Jefferson, o que diferencia muito a sua verdadeira personalidade da personalidade
bíblica como líder consistente do povo judeu. Há também,
uma "brincadeira" muito cômica, arquitetada por Ramsés (contra
Moisés) se aproveitando das tendências "don juanescas" do
amigo Moisés.

Outros desacertos entre Zetes e a história:
a construção do PI-RAMESSU. Em Zetes, duas décadas
fora das datas históricas. A era do reinado de KERMAN, mais de um
século depois que os historiadores definiram a era de KERMAN no
Egito, talvez porque, até agora, os arqueólogos não
tenham encontrado a evidência do seu sucessor na Monarquia do Nilo.
Pode acontecer, que Zetes querendo engrandecer a figura de Moisés
tivesse retratado as suas vitórias menores e um pequeno reino, como
sendo mais importantes do que realmente o foram.

Os papiros do Sudão serviram como tema
de um livro, uma novela histórica, escrita por Leslie H. Whitten
Jr.: Moses, the Lost Book of the Bible. Witten é novelista, poeta,
escritor, tradutor e repórter investigativo premiado. Ed. New Millennium
Press. As críticas têm sido excelentes.

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