A família mais antiga

A família mais antiga já identificada por testes genéticos teve morte violenta segundo análise de uma ossada de 4.600 anos encontrada na Alemanha.

Casal fóssil

Em relato publicado na revista científica PNAS, cientistas dizem que os ossos quebrados dessas pessoas da Idade da Pedra mostram que elas tiveram morte violenta. Análises de DNA do jazigo confirmam que os ossos são de uma mãe, um pai e dois filhos seus.

Em duas covas, o DNA estava bem preservado, o que permitiu comparações entre os códigos genéticos de seus ocupantes. Uma delas continha a família, enquanto a outra abrigava três crianças aparentadas e uma mulher, que, segundo os cientistas, pode ter sido uma tia ou madrasta.

O filho e a filha foram enterrados abraçados a seus pais. Ao todo, os quatro jazigos continham 13 corpos, oito de crianças de entre seis meses a 9 anos de idade, e cinco adultos de entre 25 a 60 anos. O cuidado com o qual os corpos colocados na cova mostra que quem quer que os tenha enterrado sabia exatamente quem eles eram.

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